Blog

Fique por dentro das novidades da Open Doors. Confira tudo em nosso blog.

28 de janeiro de 2016, 10h40

Entenda por que o inglês é a língua universal

Entenda por que o inglês é a língua universal

 

A primeira vez que um documento diplomático internacional ganhou uma versão em inglês foi no final da Primeira Guerra Mundial, em 1919, quando o Tratado de Versalhes foi escrito nas línguas inglesa e francesa, que era dominante até então. Com o passar dos anos, o idioma passou a ser referência para entretenimento, turismo e negócios e estudos. Tornou-se universal.

Esse processo começou ainda no período de colonização, quando o Império Britânico se estendeu pelos quatro cantos do mundo. Entre os países que já fizeram parte da coroa inglesa, estão Estados Unidos, Canadá, Austrália, Nova Zelândia, Irlanda, África do Sul e Índia. Em 1922, por exemplo, o Reino Unido controlava perto de 25% dos territórios e compreendia 20% da população existente na época.

Com essa abrangência, o inglês ganhou espaço em todos os continentes. O rápido desenvolvimento dos Estados Unidos, principalmente após as duas guerras mundiais, bem como o próprio fenômeno de globalização, também contribuíram para isso. Se, antes, uma carta levava semanas para chegar a seu destino, hoje, um acontecimento na China pode abalar instantaneamente a economia do planeta inteiro.

De acordo com a diretora pedagógica da Open Doors, Larissa Rabelo, a língua inglesa é responsável por conectar o mundo globalizado. “Pra quem domina inglês, é possível viajar para praticamente todos os países do mundo, estudar nas melhores universidades e aproveitar as ofertas de trabalho mais disputadas. Além disso, ainda tem fácil acesso a uma infinidade de filmes, músicas, séries e livros disponíveis”, diz.

Ao todo, perto de um bilhão de pessoas utilizam o idioma para se comunicar em algum nível, seja como língua nativa ou estrangeira. Na Internet, um terço de todo conteúdo disponível está em inglês, segundo a União Internacional de Telecomunicações (UIT).

Oportunidades acadêmicas

Para quem fala inglês, as oportunidades de estudo também se ampliam. Nove das dez melhores universidades do mundo, de acordo com a lista QS World University Rankings, estão nos Estados Unidos e Reino Unido. A única localizada em outro país é o Instituto Federal de Tecnologia de Zurique (Suíça), onde também é possível cursar formações no idioma.

O Massachussetts Institute of Technology (MIT), instituição americana nomeada como a melhor do mundo por essa listagem, solicita que os candidatos estrangeiros tenham uma nota mínima de 577 no Test of English as a Foreign Language (Toefl), exame internacional de proficiência na língua inglesa. É uma forma de garantir que os estudantes tenham desempenho satisfatório, em termos de comunicação.

Larissa Rabelo, da Open Doors, explica que é comum alunos da escola alcançarem esse resultado já aos 15 anos, quando terminam o curso. “Quase todos conseguem pelo menos 500, que já é um nível aceito por algumas universidades, sem nem mesmo terem terminado o Ensino Médio”, conta.

  • TAGS:
  • Não há tags
  • COMPARTILHAR: